segunda-feira, 29 de julho de 2013

Efeito Sanfona e Cirurgia Bariátrica



Caro leitor,
Quero compartilhar minha vitória: vale a pena perseverar e ter fé. 
Crer que você é perfeito, humano e nasceu para ser feliz. 
Te amo como vc é! Não desista nunca de se desenvolver e se transformar. 
Sei bem como é ser uma "Sanfona". 
Vivi apenas 46 anos tentando e conseguindo emagrecer e depois que a demanda (familiar, social etc e tal...) surgia, acabava me descuidando e recuperando toda a "gordura" que me fazia viver pesada, cansada e longe da saúde. Tanto que cheguei a uma condição física que impedia meu coração acreditar que ficaria velhinha. Diabetes, hipertensão, gastrite e refluxo estavam tirando muito mais do que meu sono e esperança de dias melhores.
Tomei uma decisão radical e busquei ajuda especializada. Dizem por aí que é o caminho mais fácil, mas não foi não.
Fazer a cirurgia bariátrica, além de ser muito ariscada, pode ser muito complicado. Não recomendo essa alternativa para pessoas muito sensíveis e pouco corajosas.
Orei, pedi a Deus a direção e busquei alternativas. Estava com 105 kg, síndrome metabólica e péssima qualidade de vida.
Confiei em Jesus e segui as recomendações do meu plano de saúde para realizar uma bateria de exames que demoraram 3 meses para ser concluída. Muita paciência, jejum e horas de espera para conseguir os relatórios médicos que avaliaram minha condição precária de saúde e recomendaram o melhor procedimento para minha restauração física e emocional.
Concluindo: Dia 04 de agosto completarei 6 meses de cirurgia e saúde plena e restaurada. Estou pesando apenas 85 kg e com o IMC de 32. Os exames de controle comprovaram que consegui ganhar pelo menos mais 40 anos de oportunidade para continuar perseverando e acreditando que vale a pena amar e ser feliz. Coragem para me exercitar fisicamente, comer saudavelmente e continuar desafiando os jovens a acreditarem em si mesmos! 
Vitória! Vou ficar velhinha e continuar contando histórias por aí.
Quando quiser, me escreve. Bjs.


quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Estou de volta!

Alegrai-vos! Alegrai-vos! JESUS nasceu!
Que esta boa notícia renasça em nossos corações!
Que 2013 nos anime com paz, amor e esperança!


Como todos os amigos e conhecidos estou refazendo minhas resoluções de ano novo. Tendo passado as celebrações do Natal, estamos a cinco dias do início de 2013, estou refletindo sobre planos, sonhos, realizações, desastres e recuperações. Chuvas e tempestades, brisas e vendavais, muitas coisas aconteceram neste ano na minha vida, no Brasil e no mundo.
Como boa brasileira que não desiste nunca, estou fazendo novos planos, reativando sonhos antigos que foram adiados e recomeçando projetos que foram perdidos ao longo dos dias, meses e anos.
Novas prioridades me desafiam e muitas histórias pra contar, anuncio!
Voltei a escrever!
Até breve!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Só pra matar a saudade!

Uma poesia linda!
De Cora Coralina

Se temos de esperar,
que seja para colher a semente boa
que lançamos hoje no solo da vida.


Se for para semear,
então que seja para produzir
milhoes de sorrisos,
de solidariedade e amizade.

Uma gentil colaboração da minha  amiga Grace Olsson
Façam uma visita e apreciem uma maravilhosa coleção de textos e fotos pois ela é uma verdadeira artista.
No blog: http://graceolsson.com/blog

PS.: Eu estou bem!
Envolvida com projetos presenciais, sem querer, me afastei da vida virtual,  dos amigos e escritos.
O Senhor, que sabe de todas as coisas, está me provendo ótimas oportunidades de vivenciar momentos e relacionamentos que em breve se transformarão em novas histórias ou poemas.
Deus nos abençoe!

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

O Amor

Eu poderia falar as línguas dos homens, e até a dos anjos, mas se não tivesse amor, as minhas palavras seriam como o barulho do gongo ou o som do sino. Poderia ter o dom de anunciar mensagens de Deus, ter todo o conhecimento, entender todos os segredos, e ter toda a fé necessária para tirar as montanhas dos seus lugares; mas se não tivesse amor, eu não seria nada. Poderia dar tudo o que tenho, e até entregar o meu corpo para ser queimado; mas se eu não tivesse amor, isso não me adiantaria nada.
O amor é paciente e bondoso. O amor não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso. Não é grosseiro, nem egoísta. Não se irrita, nem fica magoado. O amor não se alegra com o mal dos outros, e sim com a verdade, O amor nunca desanima, mas suporta tudo com fé, esperança e paciência. O amor é eterno.

Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor.
Porém o maior destes é o amor.
I Corintios 13

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

O que é Solidão?

 
Eu sempre pesquiso a fonte das mensagem e textos que recebo por e-mail e faço questão de anunciar o verdadeiro autor.  O poema "Solidão" que consta nos livros "Palavras para entorpecer o coração" e "Ecos da Alma" da poetisa Fátima Irene Pinto, é indevidamente creditada por algumas fontes ao escritor e músico Chico Buarque de Holanda.



Solidão


Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... Isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... Isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida... Isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma....


Fontes: http://www.romantichome.net/solidao.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A1tima_Irene_Pinto
http://www.ligia.tomarchio.nom.br/ligia_amigos_fatima.htm
http://www.romantichome.net/palavrasparaentorpecerocoracao.htm

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Essa vale ler e guardar!

Busca
Cora Coralina

Tenho encontrado muitas pessoas, porém não encontro gente...
Há um vazio dentro de cada um, um processo de fechamento em sentimentos.
Encontro sorrisos, porém daqueles que expõem apenas os dentes, mas não a alma.
Encontro verdadeiras tocaias, e não corações.
Reservas insistentes da solidão.
Tenho encontrado pessoas medrosas, indecisas, escondendo-se de si mesmas.
Pessoas que dizem: "Não sei... Não sei se quero... Não sei se posso..."
Quando sabem exatamente o que querem e o que buscam, e não se arriscam ao menor impulso.
Pessoas duras, escuras, impossibilitadas de amar.
Estas, cansei de encontrar...
Busco por gente que empreste o ombro, que não tenha medo de dizer que levou um tombo.
Busco por gente que assuma que amar traz sofrer, e, com esta certeza, não venham a se esconder.
Busco por gente que tenha a experiência de sobrevivente de guerra.
Busco por gente, que de tanto caminhar, não tenha receio de dizer que seus pés ainda têm muito por machucar.
Quero gente de coragem para comigo conversar.
Gente que saiba que máscaras não dão mais para usar, e sendo seu perfil interno, branco ou preto, tenha a dignidade de revelar.
Busco por gente que chore livremente, sem preconceitos pelas lágrimas derramadas.
Quero gente que saiba exatamente para onde está indo e o que deseja encontrar, mesmo que esta busca jamais venha alcançar.
Busco por gente,"Seres Humanos", que saibam se doar, estes eu anseio por encontrar.
Gente que saiba até ferir se precisar, mas que seja valente em seu ato para não mais enganar, a quem quer que seja, e a si próprio.
Gente de decisão, sem argumento para esconder, escusas ações.
Quero gente que é gente, que mostra a cara, vai à luta e dorme contente.
É desta gente que eu preciso!
Gente liberta, que me dêem um canto em seu colo e saibam me acariciar, sem tempo, sem hora e em qualquer lugar.

Nem preciso explicar porque sou super-fâ desta poetisa legitimamente brasileira. Ainda vou conhecer mais profundamente sobre sua vida e obra, enquanto isso, vou divulgando por aqui pra quem quiser!
Vale uma visita nos sites:
- Wikipédia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Cora_Coralina
- Associação Casa de Coralina - http://www.casadecoracoralina.com.br/home.html

quinta-feira, 20 de maio de 2010

CRÔNICA DA CIDADE

Vida alheia
Conceição Freitas
Por que a vida alheia nos interessa tanto? A alguns mais do que a outros. Ou dizendo de um modo mais preciso: muitos de nós se interessa demasiadamente pela vida alheia. Isso sempre me incomodou, não que eu não me interesse pelos movimentos da vida das pessoas com as quais convivo, mas o gosto extremado em saber o que acontece com a vida dos outros sempre me pareceu uma disritmia nefasta.
Há algum tempo, uma sábia amiga me alertou: o ser humano olha para o outro porque precisa medir-se a si mesmo, seja como um ato de coragem, seja como um ato de covardia. Seja para dizer: aquele humano se sai melhor do que eu nisso ou naquilo, quem sabe posso aprender com ele. Ou seja para se alimentar do fracasso alheio: eu não consegui, mas ele também não.
Outro tipo de interesse pelo que acontece com os outros que sempre me intrigou é o movimento que se segue a um acidente de trânsito ou qualquer outra tragédia em via pública: diante de um fato brutal, desses que fraturam o ritmo normal da vida, as pessoas ficam extremamente assustadas, porque são informadas, naquele instante, que é por demais perigoso viver e que todos, todos, estamos sujeitos a esses acontecimentos.
Acompanhá-los de perto é um momento de aceitar que as tormentas existem e ao mesmo tempo um consolo diante do tremor que elas deixam na alma. “Não foi comigo, que bom”. Ao fim e ao cabo, todos desconfiamos que viver é sempre estar à beira do abismo.
A abelhudice das pessoas sobre a vida das outras pessoas é um modo de lidar com a própria vida. O outro é a medida do que existe, do que pode acontecer, do que se pode fazer, do que dá certo, do que dá errado – o outro é o meu espelho.
Ninguém existe sem o outro. Precisamos do olhar do outro para conferir a própria existência.
Então, diante disso tudo, aprendi que o interesse do outro pela sua vida, ou o seu interesse pela vida do outro, pode ser nefasto ou pode ser generoso, pode te ajudar ou te atrapalhar.
Se você conseguir suportar um olhar inimigo, ele pode ter muito a te ensinar. O olhar inimigo pode te dizer coisas que um amigo não tem coragem, mas você precisa ouvir.
Tudo depende do que você faz com o que a vida te oferece.

Fonte: Conceição Freitas – Correio Web